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A operadora de turismo britânica Thomas Cook declarou falência, o que acarretou na iniciação de uma operação sem precedentes das autoridades para repatriar mais de 600 mil clientes em vários países. 

A empresa, durante o final de semana,  negociou uma injeção de capital de 200 milhões de libras, ou seja cerca de 250 milhões de dólares, para evitar todo o transtorno. Porém, as transações fracassaram e a entidade anunciou o encerramento das atividades. A maioria dos consumidores britânicos estavam protegidos por um seguro de viagem estatal, o que garante o retorno ao país de origem sem custos adicionais. 

Pensando nesse caso, a Associação Brasileira de Agências de Viagens de São Paulo (Abav-SP) ressalta aos profissionais de turismo a importância de possuir um seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP). O serviço tem o objetivo de proteger as agências e seus clientes em caso de adversidades com a operadora de quem o prestador comprou o pacote, como por exemplo, casos de quebras de empresas, como a situação da Thomas Cook. 

A associação destaca que este benefício do seguro está disponível para associados adimplentes. O serviço oferece a proteção de RCP de R$ 20 mil com franquia de R$ 2 mil, com direito a emissão de certificados individuais para garantia de vendas realizadas na eventualidade de erros, falhas e/ou omissões na execução de atividades que incluem a rede de prestadores.

“As agências de turismo e os viajantes podem se proteger com mecanismos efetivos de seguro, com a eficiência de resguardar seus direitos. A proteção de RCP visa indenizar o cidadão que possa sofrer algum prejuízo por conta da falha na prestação de alguma ação. Imprevistos podem acontecer, mas os associados da Abav-SP, por conta da aquisição de diversos benefícios, possuem o diferencial de oferecer aos clientes, serviços com tranquilidade e segurança”, comenta Edmilson Romão, presidente da Abav-SP.