Um problema em um radar causou transtornos aos passageiros na manhã desta quinta-feira (19) no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.

A GRU Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de São Paulo, informou que "devido a um problema no radar da Área de Controle Terminal São Paulo do espaço aéreo na manhã desta quinta-feira (19/05), as operações de pousos e decolagens sofreram atrasos".

A empresa ainda afirmou que "o sistema já foi restabelecido e as operações estão sendo retomadas."

Segundo o site da GRU Airport, desde 0h de hoje, 14 voos atrasaram na chegada, um foi cancelado e outros 15 atrasaram na partida. Já a Infraero informou que, em Congonhas, cinco voos foram cancelados, cinco sofreram atrasos na chegada outros cinco na partida.

A Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos informou que o problema foi detectado por volta das 8h45 da manhã e provocou a suspensão das decolagens e pousos."Às 9h45, a operação em Viracopos começou a ser retomada gradualmente e a situação foi normalizada às 10h10.

Até as 11h15, o balanço indicava 20 voos atrasados e 11 voos cancelados, sendo três de chegada e oito de partida", informou a empresa em nota.

Nas redes sociais, passageiros reclamaram da situação.

Por: Priscila Camazano

O desfile das campeãs do Carnaval 2022, em São Paulo, vai acontecer nesta sexta-feira (29) e levará para a avenida a vencedora do Grupo Especial e outras sete escolas, a partir das 21h30.

A Mancha Verde conquistou seu bicampeonato após a apuração de notas realizada na terça-feira (26), no Anhembi. Com o samba-enredo Planeta Água, a escola faz referência a Iemanjá, que nas religiões de matrizes africanas é a orixá das águas salgadas.

A agremiação conquistou seu primeiro título no Grupo Especial no Carnaval de 2019, quando apresentou o samba-enredo Oxalá, salve a princesa! A saga de uma guerreira negra, no qual contou a história da princesa africana Aqualtune, e, por meio dela, discutiu escravidão, intolerância religiosa e direitos humanos.

Nesta sexta também desfilam Mocidade Alegre, vice-campeã do Carnaval, Unidos de Vila Maria, que terminou em 5º lugar no grupo Especial; Tom Maior, que ocupa a 4º colocação e Império de Casa Verde, a 3ª colocada.

Na avenida, estarão também as três agremiações vencedoras dos Grupos de Acesso. A Estrela do Terceiro Milênio e a Independente Tricolor, que ascenderam e conquistaram uma vaga para desfilar no próximo ano no Grupo Especial, juntam-se a Nenê de Vila Matilde, campeã do grupo de Acesso 2.

O desfile será transmitido pela TV Cultura, mas quem quiser assistir às agremiações novamente no sambódromo pode adquirir um ingresso pelo site www.clubedoingresso.com ou comprar nas bilheterias do Anhembi no portão 1 da avenida Olavo Fontoura, nº 1209, das 12h às 20h.

Os ingressos com valores a partir de R$ 70 estão disponíveis para as arquibancadas, camarote, mesas e cadeiras de pista em todos os setores.

Para entrar no sambódromo do Anhembi, é obrigatório apresentar um comprovante de vacinação contra a Covid com pelo menos duas doses.
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Veja a ordem dos desfiles
21h30 - Nenê de Vila Matilde
22h20 - Independente Tricolor
23h10 - Estrela do Terceiro Milênio
0h - Mocidade Alegre
1h - Unidos de Vila Maria
2h - Tom Maior
3h - Império de Casa Verde
4h - Mancha Verde

Por: Paulo Eduardo Dias

O frio, o feriado prolongado de Tiradentes e a ausência das restrições impostas pela pandemia têm criado expectativas de uma boa movimentação de turistas em Campos do Jordão, no Vale do Paraíba, pelos próximos dias. O fluxo de pessoas na noite de quinta-feira (21) foi visto com celebração pelos comerciantes locais.

Segundo o diretor do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares) de São José dos Campos e Região, Paulo César da Costa, a tendência é de casa cheia nas principais acomodações disponíveis na cidade. O fluxo intenso de veículos na subida da serra e na chegada a cidade também era uma alento para quem viu o município sofrer com os prejuízos impostos pela pandemia.

"Neste final de semana, com o feriado, nós estamos trabalhando com uma expectativa de 80% de ocupação da rede hoteleira. Hoje, nós já tivemos um movimento bom na cidade. Amanhã deve aumentar mais um pouco ainda", disse Costa. O homem apontou que a boa presença de turistas já havia sido notada na semana passada, durante a Semana Santa.

Por volta das 18h de quinta-feira, conforme relato de Costa, já era possível visualizar diversas pessoas transitando pela cidade agasalhadas. Naquela hora, a temperatura na cidade estava em torno de 14°C. No entanto, para alegria dos turistas que buscam pelo frio, a previsão era de que a mínima chegasse aos 8°C.

Nesta sexta-feira (22), a temperatura deve ser semelhante, com os termômetros registrando 9°C de mínima. Durante o dia, a máxima pode chegar aos 23°C. Não está descartada a possibilidade de chuva.

Além do frio típico na região para os próximos meses, ainda há outras atividades na cidade para o feriado. No sábado (23), a partir das 19h, Paulinho da Viola & Família se apresentam no auditório Claudio Santoro, instituição do governo de São Paulo. O ingresso custa R$ 80, com meia entrada a R$ 40.

De acordo com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, será a primeira vez que o sambista estará na cidade ao lado dos filhos, João e Beatriz Rabello. Eles devem cantar grandes sucessos, como "Pecado capital", "Coração leviano" e "Foi um rio que passou em minha vida". O trio também deve apresentar composições atuais, como "Sempre se pode sonhar", título do álbum mais recente do cantor, que venceu o Grammy Latino 2021.

Ao todo, entre abril e junho, serão dez apresentações musicais com artistas consagrados da Música Popular Brasileira, com nomes como Maria Rita, Sandra de Sá, Alceu Valença e Gal Costa.

Outro atrativo em Campos do Jordão no feriado é um festival gastronômico adotado por vários restaurantes da cidade. "Estamos na época de pinhão, então tem vários restaurantes na cidade participando de um festival envolvendo a iguaria, desde a entrada, pratos principais e sobremesas à base de pinhão", acrescentou Costa.

O diretor do sindicato faz projeções de recuperação econômica. "A gente imagina recuperar os prejuízos acumulados durante a pandemia com essa temporada que se aproxima", completou.

A Prefeitura de São Paulo ofereceu a blocos de Carnaval a proposta de organizar desfiles nas ruas em 16 e 17 de julho. A ideia foi apresentada nesta quarta-feira (20) por meio da Secretaria Municipal de Cultura, em reunião com representantes de 11 coletivos.

O projeto, encabeçado pela secretária Aline Barros, ainda depende da adesão dos grupos.

Às vésperas do feriado de Tiradentes, quando escolas de samba desfilarão no Anhembi com autorização, mas blocos não conseguiram aval da gestão municipal, o encontro entre prefeitura e organizadores foi convocado para tentar um acordo de última hora para os cortejos nos próximos dias.

Apesar da ideia de promover festa nas ruas em julho, apresentada sob o nome de "Esquenta de Carnaval", parte dos blocos mantém a ideia de sair no feriado prolongado.

Se aprovada a proposta, o fim de semana de 16 e 17 de julho funcionará na prática como um terceiro Carnaval para São Paulo em 2022. No período tradicional, em fevereiro, apesar da proibição, alguns grupos se reuniram nas ruas. O "segundo Carnaval", no Tiradentes, terá também desfiles de escolas de samba no Rio de Janeiro.

Na reunião, a secretaria pediu para que os blocos que pretendem desfilar entre esta quinta-feira (21) e o domingo (24) ao menos informem às subprefeituras o local e o horário planejados, para que uma limpeza nas ruas seja feita no final das atividades.

Aline Barros afirma que a prefeitura está "no escuro" e não sabe quantos blocos irão para as ruas para organizar essas ações. A gestão teme caos com desfile sem banheiro nem estrutura de segurança.

A gestão Ricardo Nunes (MDB) vem afirmando nas últimas semanas que a prefeitura não tem condição de organizar o Carnaval de rua na capital neste feriado de Tiradentes.

Lira Alli, representante do Arrastão dos Blocos, afirmou que vai repassar o pedido para outros coletivos, mas não sabe se todos vão informar às subprefeituras a realização, por medo de represálias.

Alli diz ter conhecimento de que aproximadamente 50 blocos, de todas as regiões da cidade, com até 500 pessoas, vão desfilar no feriado prolongado.

Os blocos, segundo os coletivos, não terão carros de som.

Parte dos blocos de Carnaval tem organizado uma programação independente para sair às ruas em São Paulo durante o feriado de Tiradentes, apesar do cancelamento do calendário oficial.

Sem apoio da prefeitura, que afirma não ter tempo hábil para estruturar os desfiles, organizadores utilizam grupos de mensagens para definir listas de horários e locais dos cortejos.

Por enquanto, poucos blocos divulgam abertamente a programação, caso do bloco Feminista, que vai sair na sexta-feira (22) e, para isso, está fazendo uma vaquinha online para arrecadar R$ 7.500, referente ao custo do cortejo.

Outro que já declarou que vai sair é o bloco do Fuá, programado para tarde de sábado (23), no Bexiga, na região central. "Temos o direito à livre manifestação, as ruas são do povo", diz Marco Ribeiro, organizador do bloco do Fuá. "Somos um bloco comunitário e sairemos com uma pequena estrutura de som e bateria."

Em posts nas redes sociais, o Te Pego no Cantinho marcou o cortejo para domingo (24), no Butantã, na zona oeste. O Unidos do Swing anunciou cortejo para o mesmo dia na avenida Paulista.

A programação não oficial está em contato com vendedores ambulantes para evitarem a venda de bebidas em garrafas e também com coletivos de catadores de materiais recicláveis.

A divulgação das datas e locais não estão sendo divulgadas nas redes sociais para evitar reações da prefeitura. Por isso, informações sobre as festas de rua devem se concentrar em listas de transmissão de WhatsApp.

Em nota, a prefeitura afirmou que "está empenhada em encontrar uma data consensual com tempo hábil para planejar o evento" e reiterou que o Carnaval de rua exige planejamento extenso, o que inclui alterações no trânsito e no transporte público, infraestrutura, policiamento e serviços médicos.

"É impossível realizar o Carnaval de rua sem um grande esforço de organização, que garanta a segurança dos participantes e dos foliões", disse a gestão municipal na nota.

Os blocos recorreram à Defensoria Pública para obter respaldo jurídico e evitar dispersões violentas e demais sanções do poder público.

No último dia 12, o órgão formalizou pedido para que a prefeitura e o comando da Polícia Militar não usem força para dispersar os blocos que desfilarem durante o feriado de Tiradentes.​

A prefeitura afirmou não ter sido notificada sobre o ofício e não comentou o pedido. A Secretaria de Segurança Pública deu a mesma resposta.

O feriado de Tiradentes se tornou a data oficial do Carnaval atípico após dois anos de pandemia porque coincide com a data dos desfiles das escolas de samba no sambódromo.

Para os organizadores, o Carnaval de rua representa uma manifestação cultural, garantida pela Constituição Federal, e por isso, não precisa de uma autorização formal da prefeitura para ocorrer.

O decreto que passou a regulamentar o Carnaval de rua em São Paulo foi publicado em 2017, quando o ex-prefeito João Doria (PSDB) decidiu dispersar pela cidade os cortejos que se concentravam na Vila Madalena e em Pinheiros.

Moradores desses bairros se mobilizaram contra os problemas decorrentes da festa nas ruas, como excesso de lixo, barulho na madrugada, furtos e dificuldade na dispersão do público. Policiais militares usaram bombas de efeito moral para dispersar foliões que se recusavam a deixar as ruas.

Dois anos depois o decreto foi revogado pelo ex-prefeito Bruno Covas (PSDB), que determinou as regras atuais do Carnaval de rua.

Neste ano, os blocos e a prefeitura estão diante de um impasse. Uma reunião realizada no último dia 8 de abril no CCSP (Centro Cultural de São Paulo) terminou de forma agitada e sem acordo entre as partes.

De um lado, a gestão municipal reiterou que não há tempo hábil para organizar a festa de rua. De outro, representantes de blocos afirmaram que os cortejos, em menor quantidade, estão mantidos mesmo sem apoio da prefeitura.

Além do bloco do Fuá, a reportagem entrou em contato com outros dez blocos de rua de São Paulo. A maioria informou que optou por não ir para a rua neste feriado, caso do Ritaleena, Esfarrapado, Galo da Madrugada, Bloco do Sargento Pimenta, Cecílias e Buarques e o Meu Santo É Pop.

Outros, apesar de não saírem às ruas, aproveitam a movimentação para anunciar festas fechadas marcadas para o feriado e para outras datas, como o Minhoqueens, Domingo Ela Não Vai e o Tarado Ni Você.

O bloco Jegue Elétrico e o Charanga do França sinalizaram a intenção de sair às ruas, mas devem decidir isso nos próximos dias, segundo os organizadores.

A CCXP anunciou nesta terça (12) a data em que se iniciam as vendas dos ingressos para sua primeira edição presencial, desde o início da pandemia de coronavírus no Brasil, em 2020. O público geral poderá adquirir os ingressos a partir do dia 5 de maio, às 15h.

O público poderá escolher entre quatro formas de credenciais, sendo elas: ingresso diário, pacote de quatro dias, Epic Experience ou Full Experience. Quem se interessar em conhecer os bastidores do festival, palestrar e encontros com os principais nomes do mercado do entretenimento podem comprar o Unlock CCXP.

Os preços das entradas inteiras variam entre R$ 240 e R$ 12 mil. Já clientes do banco Santander terão acesso a um lote especial de ingressos, o qual as vendas se iniciam no próximo dia 26 e dá 30% de desconto na compra da entrada inteira. Além disso, os clientes do banco terão acesso a um grupo no Telegram, que terá anúncios do evento em primeira mão.

Os ingressos do pacote Full e Unlock possuem número reduzido de ingressos e, segundo comunicado, não estarão disponíveis neste primeiro momento de venda de 2022. O evento acontecerá dos dias 1 a 4 de dezembro, no São Paulo Expo.

O evento também apresenta a modalidade de meia-entrada social. Para adquirir o pacote, será necessário entregar na entrada do festival 1kg de alimento não perecível, que serão distribuídos entre ONGs de assistência social. Confira o preço dos ingressos:

Dia 1 (quinta-feira): R$ 120 (meia), R$ 150 (social), R$ 240 (inteira)
Dia 2 (sexta-feira): R$ 160 (meia), R$ 190 (social), R$ 320 (inteira)
Dia 3 (sábado): R$ 230 (meia), R$ 260 (social), R$ 460 (inteira)
Dia 4 (domingo): R$ 230 (meia), R$ 260 (social), R$ 460 (inteira)
4 dias: R$ 620 (meia), R$ 670 (social), R$ 1.240 (inteira)
Epic: R$ 2.100
Full: R$ 12.000
Unlock: R$ 2.100

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