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No melhor momento da história do turismo cearense, quando Fortaleza se consolida como hun de voos internacionais, a crise de segurança afeta a imagem do estado e provoca um estrago na imagem do destino turistico.

O estado do Ceará tem vivido com problemas no setor de segurança. Nesta quarta-feira (08), a população presenciou o sexto dia de ataques feitos pro criminosos membros de facções. Dentro da realidade, o turismo cearense vive momentos turbulentos e de preocupação por conta de seu futuro.

Os ataques, que seriam coordenados por facções como Comando Vermelho, Guardiões do Estado e o Primeiro Comando da Capital, tem acontecido como forma de retaliação à nomeação do secretário de Administração Penitenciária, Luis Mauro Albuquerque, que disse não reconhecer o poder dos grupos criminosos e que prisioneiros de grupos rivais deixariam de ser divididos por unidades de prisão.

Segundo o Governo cearense, o turismo representa 5% do PIB do estado. Contudo, esse número deverá aumentar nos próximos anos, pelo fato da expansão de voos internacionais no Ceará. O Governo informou que a polícia tem disponibilizado folders informativos de segurança para turistas, com três idiomas e com telefones úteis dos órgãos de segurança.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o governador do Ceará, Camilo Santana, afirmou: " O estado do Ceará tem investido fortemente há quatro anos para enfrentar o problema. Contratamos quase 10 mil profissionais de segurança. Chamamos 600 já este ano e chamarei mais. Quase dobramos a quantidade de agentes penitenciários. Investimos em modernos equipamentos de segurança, mais de 2.100, aeronaves e em inteligência e tecnologia, além da construção de novos presídios."