A CCXP anunciou nesta terça (12) a data em que se iniciam as vendas dos ingressos para sua primeira edição presencial, desde o início da pandemia de coronavírus no Brasil, em 2020. O público geral poderá adquirir os ingressos a partir do dia 5 de maio, às 15h.

O público poderá escolher entre quatro formas de credenciais, sendo elas: ingresso diário, pacote de quatro dias, Epic Experience ou Full Experience. Quem se interessar em conhecer os bastidores do festival, palestrar e encontros com os principais nomes do mercado do entretenimento podem comprar o Unlock CCXP.

Os preços das entradas inteiras variam entre R$ 240 e R$ 12 mil. Já clientes do banco Santander terão acesso a um lote especial de ingressos, o qual as vendas se iniciam no próximo dia 26 e dá 30% de desconto na compra da entrada inteira. Além disso, os clientes do banco terão acesso a um grupo no Telegram, que terá anúncios do evento em primeira mão.

Os ingressos do pacote Full e Unlock possuem número reduzido de ingressos e, segundo comunicado, não estarão disponíveis neste primeiro momento de venda de 2022. O evento acontecerá dos dias 1 a 4 de dezembro, no São Paulo Expo.

O evento também apresenta a modalidade de meia-entrada social. Para adquirir o pacote, será necessário entregar na entrada do festival 1kg de alimento não perecível, que serão distribuídos entre ONGs de assistência social. Confira o preço dos ingressos:

Dia 1 (quinta-feira): R$ 120 (meia), R$ 150 (social), R$ 240 (inteira)
Dia 2 (sexta-feira): R$ 160 (meia), R$ 190 (social), R$ 320 (inteira)
Dia 3 (sábado): R$ 230 (meia), R$ 260 (social), R$ 460 (inteira)
Dia 4 (domingo): R$ 230 (meia), R$ 260 (social), R$ 460 (inteira)
4 dias: R$ 620 (meia), R$ 670 (social), R$ 1.240 (inteira)
Epic: R$ 2.100
Full: R$ 12.000
Unlock: R$ 2.100

Por: Fábio Pescarini 

Tentar agendar um horário em um posto da Polícia Federal para emissão de passaporte na cidade de São Paulo tem requerido doses de paciência e sorte. Isso quando o site informa a disponibilidade de vaga, o que tem sido raro.

A Polícia Federal responsabiliza a flexibilização nas restrições sanitárias da Covid-19 e a queda da cotação do dólar pela disparada na procura do documento por pessoas que pretendem viajar para outros países.

Com o problema, a PF afirma que pretende abrir ainda neste mês mais um posto na capital paulista. A ideia é aumentar em até 320 atendimentos por dia com a abertura de uma unidade no Santana Parque Shopping, na zona norte. Ainda não há data confirmada para a inauguração, mas o órgão diz que deverá ser em abril.

Atualmente, segundo a Superintendência da Polícia Federal paulista, são feitos 1.600 agendamentos para emissão de passaportes na cidade de São Paulo. O número, porém, não tem sido suficiente –a Grande SP é responsável por 14% deste tipo de atendimento em todo o país.

A Polícia Federal não dimensionou o tamanho da fila na cidade, mas diz que o sistema, que não está dando conta, é programado para disponibilizar agendamentos em até 90 (noventa) dias. "Infelizmente, as novas vagas não têm sido suficientes para suprir o grande número de interessados", afirma a PF.

"O cidadão que comprovar estar em situação de urgência ou de emergência será atendido", diz a Polícia Federal, em nota. Para isso, é necessário procurar um posto de atendimento munido de documentação que demonstre a necessidade extraordinária, como trabalho, estudo, saúde, ajuda humanitária, catástrofes naturais, ou situações que não poderiam ser previstas pelo interessado.

A PF de São Paulo orienta que as pessoas tentem a "xepa do passaporte", ou seja, que acessem o site para agendamento no fim da tarde quando há maiores chances de desistências e vagas eventuais podem ser abertas.

Mas nem todos têm sorte de ser premiado com uma desistência. A estudante Fabíolla Bonifácio Regonato, 20 anos, tentou durante quase dois meses conseguir uma vaga. Só no início da noite desta segunda-feira (4), ela conseguiu agendar atendimento para o próximo dia 20, em um posto da Mooca, na zona leste.

"Até então já havia acessado o site da Polícia Federal em todos os horários possíveis, inclusive, durante a madrugada, e nada", afirma. "Não tinha vaga me lugar nenhum na cidade", afirma ela, que também procurou postos na grande São Paulo.

Regonato conta que pagou a taxa de R$ 257,25 em um domingo (6 de fevereiro) e que uma mensagem no site da Polícia Federal indicou para que fizesse o agendamento no dia seguinte, quando o pagamento estaria comprovado, e que teria um prazo de 60 dias para conseguir o agendamento. Por isso, ficou com medo de perder o dinheiro.

A jovem, moradora em Santo André, no ABC, planeja visitar parentes em Boston, nos EUA, em 2023. Por isso, ela tenta solicitar seu passaporte para depois buscar o visto para entrar nos Estados Unidos.

Questionada se o problema se repete em postos no interior do estado, a PF em São Paulo não respondeu.

COMO SOLICITAR PASSAPORTE
- Documentação necessária
1.Documento de identidade
2. Passaporte anterior (caso tenha sido roubado ou furtado, deve ser apresentado boletim de ocorrência da Polícia Civil com a queixa)
3. Menor de 18 anos: autorização dos pais ou responsável (que também deve apresentar documento de identidade)
4. Foto facial 5 x 7 recente, sem data e com fundo branco
5. Quem teve alteração no nome é preciso apresentar certidão que demonstre todos os nomes anteriores e atual na solicitação do primeiro passaporte. Na do segundo em diante, certidão que demonstre todos os nomes adotados após a emissão do último passaporte pela Polícia Federal
6. Naturalizados: para primeiro passaporte, se a naturalização ocorreu antes de 21/11/2017, é preciso apresentar RG com portaria de naturalização ou Certificado Naturalização; após essa data, é preciso informar data de publicação da naturalização no Diário Oficial
Situação eleitoral: é preciso comprovar estar em dia com a Justiça Eleitoral
7. Comprovante de Serviço Militar (para homens que completem de 19 a 45 anos em 2022)
8. Comprovação da urgência: documentos que demonstrem a necessidade, seja ela de trabalho, estudo, saúde, ajuda humanitária, catástrofes naturais, situações que não poderiam ser previstas pelo titular etc.

Formulário
Preencher no site da Polícia Federal (https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-passaporte-comum-para-brasileiro)

Taxas
1. R$ 257,25 (comum para primeiro passaporte ou renovação)
2. R$ 334,42 (para casos de urgência)
3. R$ 514,50 (quando não se tem o passaporte anterior ou boletim de ocorrência)

Agendamento
Agendar pela internet (https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-passaporte-comum-para-brasileiro) um horário em posto da PF
Mais informações no site do governo federal (https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-passaporte-comum-para-brasileiro)
Fonte: Governo federal

Por: Fábio Pescarini 

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou nesta segunda-feira (11) que não impedirá ninguém de ir para as ruas, mas repetiu várias vezes que a gestão municipal não conseguirá organizar uma estrutura para desfiles de blocos de Carnaval no feriado de Tiradentes, quando ocorrem os desfiles das escolas de samba no Anhembi, entre os dias 21 e 23 de abril.

Na última sexta (8), uma reunião entre a prefeitura e representantes de blocos terminou de forma agitada, repentina e sem uma decisão sobre a realização do Carnaval de rua. Coletivos afirmaram que a festa está mantida, de forma reduzida, com cerca de 50 blocos.

No encontro de sexta (8), a secretária municipal de Cultura, Aline Torres, disse que a prefeitura iria oferecer aos blocos outras datas para o Carnaval de rua. Segundo ela, a proposta seria para maio, no fim de semana anterior e durante a própria Virada Cultural, ou em junho, menos no feriado de Corpus Christi, ou mesmo em julho, durante as férias escolares. "Mas não conseguimos, o debate foi muito politizado."

Torres e Nunes participaram na manhã desta segunda (11) de uma visita ao ao Museu Judaico de São Paulo, na Bela Vista, região central, quando falaram do Carnaval de rua.

Segundo o prefeito, não há mais tempo suficiente para publicar novo edital para contratação de patrocinador que banque a estrutura, como grades, montagens de tendas com serviços médicos e estrutura de trânsito, por exemplo.

Nunes lembrou que em fevereiro, quando a Vigilância Sanitária proibiu Carnaval na cidade por caso do avanço da variante ômicron do novo coronavírus, a prefeitura teve de cancelar um contrato de patrocínio de R$ 23 milhões, com uma cervejaria, para montagem da estrutura.

O prefeito afirmou ainda ter sido informado pela Polícia Militar que a corporação não consegue, em menos de 30 dias, organizar a transferência de PMs no interior para reforçar a segurança do Carnaval de rua, como feito em anos anteriores, quando a festa chegou a atrair, durante todo o período, cerca de 15 milhões de pessoas.

Questionada sobre como está a organização de segurança para possíveis desfiles de blocos de Carnaval no feriado de Tiradentes, a PM não respondeu até a publicação desta reportagem.

"É preciso ter bom senso para se definir o momento certo, que é aquele em que o poder público pode participar da organização", afirmou.

Na reunião de sexta (8), após as falas de secretários municipais, os coletivos voltaram a reafirmar que os blocos vão para a rua de qualquer forma.

"A gente não vai colocar vida em risco, não somos irresponsáveis", afirmou Lira Ali, integrante do Coletivo do Arrastão dos Blocos.

"Por favor, comprometam-se a não bater na gente, vocês são o poder público. O papel de vocês é garantir nosso direito, se a gente não tem direito de ser feliz, para que que vai viver?", questionou.

Segundo apurou a reportagem, líderes coletivos de blocos de rua iriam se reunir na noite desta segunda-feira para discutir as novas datas sugeridas pela prefeitura. Eles teriam ficado sabendo da proposta por meio da imprensa.

Por: Isabella Menon

O Carnaval fora de época vai acontecer durante o feriado de Tiradentes, entre os dias 21 a 24 de abril. Durante estes dias, em São Paulo, acontecem desfiles das escolas de samba no sambódromo do Anhembi. Também foram anunciados blocos no vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, em um evento organizado pelo Acadêmicos do Baixo Augusta.

No Ibirapuera, na zona sul, a festa será celebrada pelo Carnaval Viva a Rua, realizado pelo coletivo Pipoca, e vai reunir nomes como Elba Ramalho, Monobloco, Orquestra Voadora, Geraldo Azevedo e Luedji Luna.

Mas, a cidade deve ter outras celebrações. É o que indica um manifesto divulgado, nesta segunda-feira (4), e assinado por seis coletivos de blocos de rua de São Paulo, são eles Abasp (Associação das Bandas Carnavalescas de São Paulo), Arrastão dos Blocos, Comissão Feminina, Fórum dos Blocos, Ubcresp (União dos Blocos de Carnaval de Rua do Estado de São Paulo) e Ocupa SP.

Ao todo, os grupos representam mais de 420 blocos da capital. Na carta, eles anunciam a intenção de ir para rua durante o feriado prolongado. "Nossa festa vai tomar forma e acontecer nas ruas, esquinas, vielas e praças de nossa cidade como sempre aconteceu."

No entanto, em nota, a prefeitura de São Paulo alega que o carnaval de rua foi cancelado no início do ano e o decreto permanece em vigor. "Tanto é que os próprios blocos se anteciparam e optaram pelo cancelamento", diz a gestão de Ricardo Nunes (MDB).

Além disso, diz o poder público, não há mais tempo hábil para organizar os desfiles na rua, "evento que exige meses de planejamento antecipado".

"A Prefeitura espera que a entidades que representam os blocos de carnaval de rua respeitem as decisões anteriores e, assim, evitem eventos sem o aval e a organização por parte do poder público para não colocar as pessoas em risco absolutamente desnecessário", completa a nota.

Por outro lado, coletivos afirmam que, durante os piores períodos da pandemia, respeitaram as orientações sanitárias e ficaram em casa. "Nos dias atuais, o cenário sanitário parece promissor e estável", diz a carta, que aponta que festivais, campeonatos esportivos, eventos religiosos e de negócios estão acontecendo normalmente.

O manifesto diz ainda que "o sambódromo já está com a festa marcada e não há justificativa para proibir o Carnaval de rua livre, diverso e democrático, nesse abril de 2022." Os coletivos dizem ainda que contam com a lei a seu favor, uma vez que "a garantia da manifestação livre é um direito constitucional."

"A situação passou todos os limites da hipocrisia, está tudo liberado, mas não se fala em Carnaval de rua, a prefeitura não fez o menor esforço de dialogar com os blocos", diz Lira Ali, integrante do Coletivo do Arrastão dos Blocos.

De acordo com Ali, mais de cem blocos estão dispostos a tomar as ruas da cidade. "Temos conversado sobre como iríamos sair. No geral, temos pensado em formatos menores, com menor divulgação e com a colaboração entre os blocos." Ela afirma ainda que os coletivos têm diálogo junto a organizações de catadores dos territórios onde os blocos desfilariam.

"Se eles conseguirem pegar as latinhas, a gente reduz a problemática do lixo e vamos nos organizar como sempre fizemos", diz ela que critica a organização da prefeitura de São Paulo sobre a festa de rua mesmo em momentos pré-pandêmicos: "A cada ano que passa tem mais regra e mais coerção, sendo que a essência do Carnaval é a liberdade."

Ali afirma ainda que apesar da imensa vontade de sair nas ruas, muitos ainda estão em fase de discussão para entender se devem ou não sair nas ruas. "Mesmo quem não vai sair defende que todos devem ter direito de sair", diz ela.

Além de integrante do Coletivo do Arrastão dos Blocos, Ali também participa do bloco Vai Quem Quer, que ainda deve definir se vai sair ou não. "Todo mundo tá louco para sair, o Carnaval é a nossa religião e a gente não saiu nos dois últimos carnavais."

Os desfiles das escolas não ocorreram em 2021 e também não aconteceram na data original, em fevereiro de 2022, em decorrência da variante ômicron, que superlotou a rede pública de saúde no fim do ano passado e no início deste, com altas taxas de transmissão do vírus da Covid-19. Por isso, foi adiado para o feriado de abril.

Durante o feriado de fevereiro, em São Paulo, festas privadas aconteceram normalmente em diferentes pontos com ingressos que custaram até R$ 1.500. Na capital paulista, blocos improvisados ocorreram de forma tímida nas ruas, diferente do Rio de Janeiro, onde foliões lotaram as ruas do centro da capital fluminense.

Historiador e pesquisador da cultura popular brasileira, Bruno Baronetti analisa que a festa mais popular do país é o momento em que a população pode sair às ruas.

Baronetti compara que eventos privados já estão acontecendo e foi anunciado a retirada de máscara, "mas quando a gente fala de samba e festividade da população pobre e negra vem a discussão que foi o Carnaval que trouxe a Covid para o Brasil."

Para ele, a pandemia serviu para evidenciar um preconceito antigo em relação ao feriado do Carnaval. "O povo na rua nunca agradou os donos do poder. Sabemos que sátiras vão acontecer, assim como críticas, e isso incomoda tanto as autoridades quanto a classe média que não quer ver festa na porta de sua casa", diz ele.

O historiador lembra ainda que a rua é, tradicionalmente, vista pela sociedade como o "lugar de circulação de atividades produtivas. Quando se está fazendo uma atividade lúdica na rua, sempre vai ter esse ruído."

"Ocupar o espaço público é um ato de resistência política hoje em dia", diz ele. "Vamos continuar nessa luta. Há uma mensagem política que defendemos que qualquer pessoa que queira se manifestar pode fazer isso com segurança porque vivemos num país democrático."

Depois de um ano e meio de abandono, a Cinemateca Brasileira reabre ao público no dia 13 de maio, com uma mostra de filmes do Zé do Caixão. A instituição volta a receber o público em sua sede, instalada no antigo prédio do Matadouro Municipal, na Vila Clementino, zona sul de São Paulo.

No primeiro dia do evento, será exibido o média-metragem inédito "A Praga", de 1980, restaurado e finalizado pelo produtor Eugenio Puppo, que encontrou as latas do filme perdidas no escritório do cineasta, quando organizava, em 2007, uma retrospectiva de José Mojica Marins. A mostra segue nos dias 14 e 15.

A Semana & Prêmio ABC 2022, de 25 a 28 de maio, também está na agenda do local.

Promovida desde 2002, a semana acontece anualmente e apresenta ao mercado, estudantes e trabalhadores do audiovisual novas tendências e novas tecnologias. Há também conferências, painéis e debates.

Estas são as únicas atividades programadas pela instituição, por enquanto.

Passados oito meses desde o incêndio que atingiu o depósito da Cinemateca Brasileira, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista, a instituição agora conta com 40 funcionários para diagnosticar os danos causados pela paralisação e retomar suas atividades integralmente.

A Cinemateca ficou 16 meses sem gestão direta e viu a demissão repentina do corpo técnico, fruto de um imbróglio envolvendo Ministério da Educação e Secretaria Especial da Cultura.

Repleta de materiais que demandam acompanhamento rotineiro, a paralisação pôs em risco importantes registros da história do audiovisual brasileiro.
*
CINEMATECA BRASILEIRA
Quando: A partir de 13/5
Onde: Largo Sen. Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, região sul
Link: https://www.cinemateca.org.br/

Por: Carolina Moraes

Um veículo da produção da ArtSampa, nova feira de arte de São Paulo que começa nessa quarta (16) na Oca, no parque Ibirapuera, passou por cima de uma escultura do Museu de Arte Moderna de São Paulo, o MAM.

A obra, de 1990, foi feita pelo artista Carlos Fajardo e fica no Jardim de Esculturas, numa área no parque que é comandada pela instituição cultural.

Parte das 30 esculturas que estão nessa área, que se estende da frente do MAM até a marquise, está dentro da própria estrutura da feira. A obra de Fajardo, no entanto, estava numa área de manobra da produção.

Segundo a própria ArtSampa, o museu não enviou o mapa completo das esculturas, e por isso a obra, que fica no chão, acabou sendo danificada. Caso soubessem, afirmam, eles teriam feito uma sinalização para produção.

Depois do acidente, que aconteceu nesta madrugada, eles cercaram o trabalho para isolá-lo com fitas.

A feira também afirma que vai arcar com o restauro do trabalho a partir da avaliação do restaurador do museu.

O MAM de São Paulo, aliás, é um dos participantes da nova feira. O estande do museu é voltado à produção da nova edição de seu Clube de Colecionadores, com obras dos artistas Alex Flemming, Gabriela Albergaria e Xadalu Tupã Jekupé, e trabalhos de edições anteriores.

A ArtSampa é comandada por Brenda Valansi, fundadora da ArtRio. "Vir para São Paulo sempre esteve no nosso planejamento. Uma empresa carioca vir para cá é uma expansão importante", disse ela a esta repórter em entrevista sobre os preparativos da feira.

Isso porque, segundo Valansi, chegar à capital paulista amplia a divulgação da marca para atingir novos públicos e é também um chamariz para patrocinadores, que contam com duas praças.

Com estandes de até 60 metros quadrados, a feira apresentará, por exemplo, obras para o centenário de Nelson Leirner, trabalhos digitais vendidos com NFT e uma curadoria especializada em videoarte.

"Quis trazer espaços em que o público possa entender o trabalho do artista, ou por que aquele determinado nome está sendo homenageado, para que a feira, de alguma maneira, passasse mais conteúdo às pessoas", disse ainda Valansi.

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