Pela terceira vez consecutiva, Brasília foi a única, entre as cidades brasileiras, escolhida para sediar o Circuito Pela terceira vez consecutiva, Brasília foi a única, entre as cidades brasileiras, escolhida para sediar o Circuito Mundial de Vôlei de Praia 2011. Na arena, pessoas de todo o País e vindas do exterior garantiram que as peculiaridades da Capital Federal fazem a viagem valer a pena. Na opinião dos turistas, se comparada às demais capitais do território nacional, a cidade de Kubitschek sai à frente no que diz respeito à arquitetura, organização, bem-estar e proximidade entre os pontos turísticos, que, em sua maioria, podem ser visitados a pé.

A estimativa é que cerca de 4.500 pessoas tenham acompanhado de perto a vitória dos americanos Rogers e Dalhausser sobre a dupla brasileira Alison e Emanuel, no último sábado. Muitas delas vieram de longe para assistir o Circuito e acabaram se surpreendendo com a cidade. “É um lugar muito bonito. Sempre ouvi falar nos prédios e nas entrequadras de Brasília, mas confesso que só entendi direito do que se tratava quando cheguei aqui”, disse a dona de casa matogrossense Ilda Martins.

Os finalistas também se mostraram a vontade na Capital do Brasil. A dupla campeã destacou a satisfação com a torcida que, organizada, vibrava com cada lance “Adoramos jogar no Brasil. São os melhores torcedores do mundo. Eles vão a loucura”, afirmou Rogers. O colega Dalhausser foi além e fez elogios ao atendimento na cidade. “O tour foi ótimo. Adoramos o hotel, a comida, a hospitalidade. Foi tudo muito bom”, apontou.

Emanuel tem parentes em Brasília e ficou feliz por poder dividir o momento o com brasilienses. “Foi um evento espetacular. Por ocasião da festa de aniversário de Brasília e por ser feriado na cidade, todos puderam comparecer”, lembrou o atleta. “Além disso, as pessoas aqui (em Brasília) gostam e endentem de vôlei. Sabem das regras.”

O clima seco e quente, ao contrário do que se pensa, foi mais um alvo de boas recomendações de Emanuel. Questionado se a alta temperatura, misturada a baixa umidade, pode ter influenciado no resultado do jogo, o atleta declarou que, na verdade, essa característica da cidade é o que favorece a modalidade. “É quente e não chove. Ótimo para jogar. O que influencia na quadra é preparação e melhor capacidade de adaptação a essas condições de tempo”, explicou.

Já a jogadora finlandesa Emília Nystrom demonstrava na pele, bastante avermelhada, um pouco de dificuldade com o clima. “É quente. Muito quente”, repetia. Mesmo assim, a estrangeira, que passou pelo Rio de Janeiro e Fortaleza antes de chegar à Brasília, disse não se incomodar tanto. “A todo o momento nos refrescamos nas duchas. Dá para amenizar”, comentou. Mesmo sem tempo para conhecer a fundo a Capital do Brasil, a jogadora afirmou que o calor vale a pena, pois é um lugar muito bonito de se ver.

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