A Azul pretende lançar, em breve, uma nova tecnologia que vai reduzir o extravio das bagagens. Segundo Bete Antunes, diretora de Aeroportos da Azul Linhas Aéreas, hoje a companhia escaneia todas as etiquetas de bagagens e tem um total controle de tudo que embarca no avião, porém, ainda não consegue rastrear a bagagem perdida.
Ainda de acordo com a executiva, a expectativa é que entre 2019 e 2020 a aérea passe a contar com uma tecnologia que embute um micro chip nas etiquetas, permitindo que elas sejam encontras com muito mais rapidez e precisão no caso de um eventual extravio. Embora a tecnologia já exista, a diretora explica que o preço ainda é muito além do que a companhia consegue pagar.
A azul despacha cerca de 2 milhões de bagagens por mês. Destas, a cada mil clientes embarcados, 1,78 volume é extraviado. Deste total, 90% das bagagens são encontradas em 48 horas. “O que complica são os voos internacionais, com muita conectividade, principalmente os voos que passam pela Europa. O continente tem muito problema com transporte de bagagens”, explica.