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O mundo digital deixou pra trás a convivência com usuários da onda anterior. Em pouco tempo, a adoção de soluções digitais redimensionou todos os parâmetros multissetoriais – processos industriais, serviços, negócios e governança estão entre eles. Não por acaso, as empresas de tecnologia foram consideradas as mais valiosas do mundo, em 2017.

Segundo a consultoria Interbrand, no ranking de 2017, das dez companhias listadas, sete são do setor de tecnologia. A Apple, em 1º lugar, exibiu valor de US$ 184,15 bilhões e crescimento de 3% em relação a 2016. E o Google, em 2º lugar, cresceu 6% e mostrou valor de marca de US$ 141,70 bilhões.

A presença hegemônica da tecnologia digital, sob a forma de aplicativos e plataformas; robótica e IoT (Internet das Coisas); inteligência artificial e BI (Business Intelligence) resulta em um mercado que agrega valores elevados em investimentos. Hoje, há um esforço no alinhamento de TI à economia, de modo a gerar estratégias mais focadas no crescimento contínuo.

De acordo com estudo do Gartner Group, os investimentos em tecnologia previstos para 2018, no mundo, somam US$ 3,7 trilhões - 4,5% a mais do que em 2017. Também prevê US$ 39 bilhões de investimentos no Brasil e que a adoção de tecnologias agregadoras de agilidade e inteligência às operações tende a crescer em ritmo forte até 2020.

Especialistas analisam tendências que apontam para um mercado, no Brasil, que já em 2016 representava 2,1% do PIB brasileiro e 1,9% do total de investimentos corporativos no país. Ou seja: um total de US$ 39,6 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) e International Data Corporation (IDC).