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Ao olharmos para o mercado de trabalho atual, observamos empresas tentando, a todo o momento, melhorarem a gestão de colaboradores e reinventarem as relações humanas dentro das organizações. Com um cenário onde a produtividade, competência e a entrega de resultado são protagonistas, manter equipes motivadas e com alta performance é um desafio.

Como opção de premiações pagas em dinheiro ou prêmios físicos aos colaboradores que se destacam, as viagens de incentivo aparecem como uma alternativa saudável e viável. Segundo um estudo da Federação de Incentivo, 84% das empresas nos Estados Unidos recorrem às viagens de incentivo como forma de premiação. O número expressivo reforça a tendência do uso dessa ferramenta como parte estratégica para auxiliar na motivação dos colaboradores.

Raphael Santana, CEO do grupo FANATO, uma das principais operadoras especializadas em viagens de experiência, explica que as viagens de incentivo se fortaleceram no mercado uma vez que vão além do reconhecimento, elas geram experiências. “A viagem de incentivo cria uma memória de longo prazo para o colaborador. Podem passar muitos anos, mas a vivência durante a viagem será sempre lembrada”, comenta o executivo.

O mercado de viagens corporativas movimenta mais de US$ 14 bilhões, somente nos Estados Unidos. A Organização Mundial do Turismo (OMT) destaca que, em 20 anos, o segmento será um dos que mais crescerá e desenvolverá na cadeia turística.

Os dados apresentados pela Incentive Research Foundation revelam que um projeto bem executado de viagens de incentivo produz resultados positivos. O estudo ainda revela que a produtividade de venda pode crescer cerca de 18% e gerar um ROI de 112%.

Em momentos de crise econômica e redução de budgets, o investimento em campanhas de incentivo contribuem para equacionar orçamentos reduzidos, colaboradores motivados e entrega de resultados em curto prazo. A viagem de incentivo, nesse aspecto, permite ao colaborador vivenciar experiências exclusivas e de alto valor agregado.

“Colaboradores motivados produzem melhor e, ainda que o investimento para realizar as viagens de incentivo possa parecer alto, a ação costuma se pagar sozinha. Além disso, se programada para a baixa temporada, quando a rede hoteleira costuma ficar ociosa, os custos são bem menores”, comenta Santana.

Para a geração millenials, as viagens de incentivo são benefícios contabilizados por esses profissionais na hora de aceitar ou não uma proposta de emprego. Segundo a pesquisa intitulada The Attractiveness and Effectiveness of Incentive Award Options, 85% deles se sentem mais motivados com programas de viagem de incentivo.

Ainda de acordo com Raphael Santana, “oferecer uma experiência de viagem, como forma de estímulo ou como gratificação, é uma tendência no universo corporativo, não só no Brasil, como no mundo”, finaliza.

Mais informações estão disponíveis em www.fanato.com.br.