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O VisitNow é uma plataforma criada por um hoteleiro com o objetivo de diminuir o custo de comissão e integrar as novas gerações aos hotéis. Para isso, foi criada uma startup com o objetivo de viabilizar operações com baixo custo, principalmente por aplicativo, a plataforma surge a partir da análise, por especialistas do setor, dos principais desafios enfrentados pelos empresários como os de tecnologia, reserva online, custo de distribuição e o pagamento de altas comissões e intermediários.

É nesse aspecto que o VisitNow busca soluções para conectar clientes e hotéis. A empresa irá também voltada para as reservas de última hora, em busca do fim dos altos índices de ociosidade nas unidades hoteleiras.

"Encontramos um cenário muito interessante e promissor, principalmente após a retomada do crescimento da economia no país. Existe um volume extremamente representativo, em torno de 45%, de apartamentos em hotéis que ficam vazios durante a noite e que, claro, geram despesas. Nós queremos fomentar o consumo e contribuir para o crescimento do segmento turístico no Brasil a partir da geração de maior rentabilidade para o empresário", destaca Bruno Guimarães, sócio-fundador do VisitNow.

O foco inicial do VisitNow são os hotéis independentes e redes hoteleiras localizadas no território nacional. Foram mapeados os chamados heavy users de aplicativos de viagens, clientes que procuram por descontos e experiências de última hora, algo cada vez mais comum entre os consumidores de 18 a 40 anos, das gerações Y e Z. A ideia é, a partir da entrada em nichos específicos, conectar hotéis e consumidores que precisam de quartos com urgência. Além deste público, o VisitNow foca nos clientes tradicionais que reservam com antecedência em agências de viagens online e off-line.

"O momento atual, com enormes avanços tecnológicos, é extremamente desafiador para a hotelaria. Afinal, assistimos a uma mudança crescente no comportamento do consumidor. E, a partir disso, a nossa expectativa é tornar o VisitNow uma empresa lucrativa em um período inferior a dois anos", explica Bruno Guimarães, sócio-fundador do VisitNow.