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O presidente interino da Embratur, Leônidas Oliveira e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio se reuniram, durante a WTM Latin America 2019, em São Paulo, com o Secretário de Desenvolvimento e Promoção de Turismo da Argentina, Alejandro Lastra para estreitar laços e debater formas de promoção conjunta dos atrativos dos países vizinhos nos mercados estratégicos internacionais, especialmente os países remotos, como a China. No encontro, o ministro do Turismo, destacou a necessidade da aproximação entre Brasil e Argentina para aproveitar o potencial do mercado chinês, já que o país asiático é o maior emissor de turistas no mundo, com 130 milhões de viajantes internacionais por ano.

Nos dias 10 e 11 de abril, uma comitiva com empresários e líderes do mercado de viagens chinês visitará os dois países para acertar os detalhes do Fórum Global de Economia do Turismo 2019, que acontece entre 13 e 15 de outubro em Macau. Brasil e Argentina serão os países convidados de honra do evento, considerado um influenciador de alto nível para a cooperação mundial em turismo.

Segundo o presidente interino da Embratur, Leônidas Oliveira, esta será uma grande oportunidade para ações de promoção conjunta entre os países da América no Sul no continente asiático e para promover a abertura do mercado chinês.

Durante a reunião de trabalho realizada durante a WTM, o Secretário de Desenvolvimento e Promoção de Turismo da Argentina, Alejandro Lastra convidou oficialmente as autoridades brasileiras, em nome do ministro do turismo argentino, Gustavo Santos, para a participação na Reunião de ministros do Mercosul, nos 25 e 26 de abril, em Porto Iguaçu. 

Lastra ressaltou o momento atual, com a sintonia entre os governos dos dois países na tomada de decisões em prol do desenvolvimento do turismo na América do Sul. A Argentina não exige visto para turistas dos Estados Unidos há três anos e, desde o ano passado, também para turistas canadenses. No caso dos norte-americanos, a facilitação promoveu aumento de aproximadamente 20% no fluxo de visitantes. Já no mercado aéreo, o governo argentino, assim como o brasileiro, promoveu aumento da competitividade, com o número de empresas operando saltando de três para sete nos últimos anos.