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Por Gabriel Moses

Os órgãos e ministérios do governo federal têm uma baixa considerável para 2020. O orçamento de ambos perde até 58%, comparando com a proposta deste ano. Este foi o equivalente ao corte nas verbas destinadas para o Ministério do Turismo, o órgão que mais perdeu recursos. Agora, o governo terá R$ 200 milhões para a realização de projetos, investimentos e ações, além de manter suas estruturas. Na quantia não está incluído o pagamento de salários.

Anunciado pelo governo, o aperto no orçamento foi feito generalizadamente. De 31 ministérios, apenas sete escaparam do corte de custos. É importante lembrar que as agências reguladoras passarão a ter uma gestão independente dos ministérios.

Com esse panorama financeiro praticamente definido para o ano que vem, o governo terá R$ 89,1 bilhões para gastos de custeio, classificados como não obrigatórios mas que estão relacionados com custos de investimentos de energia elétrica, água, bolsas de estudo, terceirizados, emissão de passaportes e materiais administrativos.

Em relação aos gastos obrigatórios, 94% do orçamento será consumido. O dinheiro será usado principalmente para o pagamento de aposentadorias e de servidores públicos. O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos terá a verba reduzida em 41%, para R$ 220 milhões. Seguindo na mesma linha, os ministérios de Minas e Energia, de Infraestrutura e do Meio ambiente perderam 30% cada um.