Começou na manhã desta quinta-feira (14) a venda de ingressos para o desfile do grupo especial do Carnaval 2022 do Rio. Segundo a Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), os desfiles, adiados em 2021 por causa da pandemia de Covid, vão acontecer nos dias 27 e 28 fevereiro do ano que vem na Marquês de Sapucaí, na região central da cidade.

O valor inteiro dos ingressos para as arquibancadas especiais varia de R$ 250 a R$ 300, dependendo do setor. Já o valor dos ingressos para o desfile das campeãs, previsto para acontecer no dia 05 de março, vai de R$ 170 a R$ 200. Já nas arquibancadas turísticas, o valor chega a R$500. O valor inteiro dos ingressos para cadeiras individuais vai de R$ 230 a R$ 160. Os bilhetes podem ser adquiridos no site Carnaval do Rio (https://carnavaldorio.totalacesso.com/).

Caso os números da pandemia voltem a piorar e os desfiles sejam cancelados, a Liesa afirma que está acertado com a Prefeitura do Rio que o evento será adiado para julho 2022. A ideia de realizar o Carnaval em outro mês por causa da pandemia não é nova.

Em janeiro deste ano, o governador Cláudio Castro (PSC) chegou a sancionar uma lei para que o evento acontecesse em julho. A ideia, porém, foi alvo de fortes críticas de setores ligados ao Carnaval.

À época, eles argumentaram que não havia segurança para realizar o evento. Dias depois, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), usou as redes sociais para descartar a realização do Carnaval em 2021.

"Nunca escondi minha paixão pelo Carnaval e a visão clara que tenho da importância econômica dessa manifestação cultural para nossa cidade. No entanto, me parece sem qualquer sentido imaginar a essa altura que teremos condições de realizar o Carnaval em julho", afirmou ele.

Em agosto, a cidade do Rio enfrentou um de seus piores momentos em relação à pandemia, com alta no números de casos e de internações. Na ocasião, o prefeito chegou a afirmar que a capital fluminense era o epicentro da pandemia no Brasil. Com o avanço da vacinação, a situação sanitária da cidade melhorou. Segundo o governo municipal, 75,4% da população adulta já completou o esquema vacinal.

De acordo com o último boletim epidemiológico, todas as 33 regiões administrativas do Rio apresentam risco moderado para Covid. O número de internações e casos confirmados da doença apresenta tendência de queda. Já a ocupação das UTIs está em 55% na capital.

Os números fizeram com que a prefeitura anunciasse no começo de outubro que planeja autorizar a realização do Carnaval e do Réveillon sem medidas restritivas ou distanciamento social.
"Mas somente será possível realizá-los desta maneira com a população vacinada e a pandemia de Covid-19 controlada", afirmou na época a assessoria do prefeito.

Uma multidão está no alto do Corcovado, enquanto aviões das Forças Armadas realizam manobras ao redor do monumento. O presidente Getúlio Vargas acompanha a cerimônia ao lado de ministros e das maiores autoridades religiosas do país.

À noite, a população enche praias e morros para ver a imagem ser iluminada pela primeira vez. Já nas avenidas, procissões e bandas de música celebram o novo cartão postal do Rio de Janeiro.

O clima era de euforia. Após cinco anos de construção, naquele dia 12 de outubro de 1931 era inaugurado o Cristo Redentor, monumento eleito uma das sete maravilhas do mundo e que completa 90 anos nesta terça (12).

Com a inauguração do Cristo, em 1931, o Brasil mostrou ao mundo que era um país moderno e capaz de realizar grandes feitos. É isso o que diz Márcio Roiter, especialista no monumento e presidente-fundador do Instituto Art Déco Brasil.

"O Brasil coloca o monumento ao Cristo no alto do Corcovado como uma espécie de coroamento de sua modernidade." Afinal, diz Roiter, instalar uma obra de 38 metros em uma montanha de 704 metros de altitude não foi tarefa simples.

"O Cristo é um exemplo de um Brasil que deu certo. Ele é uma proeza técnica e não há no mundo nada parecido. Se nós temos que nos orgulhar de alguma coisa no Brasil, essa coisa é Cristo Redentor", afirma ele.

A estátua se firmou ao longo do tempo como o principal símbolo do Brasil no exterior, atraindo turistas. "Talvez ele seja a imagem mais conhecida que a gente tem do Brasil. Ele é um atrativo muito grande para o Rio de Janeiro. A gente tem que agradecer muito a essa imagem", diz Daniela Maia, presidente da Riotur, órgão que elabora e executa as políticas de turismo da capital fluminense.

Os números de fato mostram a popularidade do Cristo entre os turistas. O Trem do Corcovado -concessionária responsável por levar os visitantes ao monumento- transportou mais 764 mil pessoas, em 2019. No entanto, com a chegada da pandemia, esse número caiu para 352 mil no ano passado.

Maia diz que, com a desaceleração da pandemia, a ideia é usar o monumento na retomada do turismo na cidade. " O Cristo está presente em todas as campanhas que a gente vai começar a divulgar a partir do término da pandemia. Ele se mistura com o Rio. É a nossa identidade."

O turismo no Cristo movimenta também a economia da favela Cerro Corá, comunidade vizinha ao monumento. Líder comunitário, Ricardo Rodrigues explica que parte expressiva dos moradores do local trabalham com turismo.
"Muitos estão ali porque seus avós e pais também estiveram. Eu não consigo imaginar o Cerro Corá sem a presença do Cristo." Ele diz, porém, que o acesso ao monumento nem sempre é fácil para quem mora na comunidade.

O valor dos ingressos, especialmente, é um empecilho para muita gente.
"Existem moradores idosos que nunca foram ao Corcovado. Como faço parte de atividades culturais, a gente conseguiu levar alguns ao Cristo. Muitos deles pela primeira vez", diz
Segundo ele, o monumento não afeta as comunidades do entorno apenas de modo positivo. Em 2010, um deslizamento matou três pessoas na Ladeira dos Guararapes, favela vizinha ao Cerro Corá.

Na época, os moradores responsabilizaram uma obra do Trem do Corcovado que teria construído canaletas para escoar a água da chuva, de modo que ela não prejudicasse os trilhos do trem.

Moradores afirmam, porém, que isso fez a água cair no morro. "Mesmo assim, não refizeram o projeto, o que resultou na inundação do barranco que dá acesso aos Guararapes, que causou o acidente no qual as pessoas morreram", diz Rodrigues.

Ele acrescenta que, depois do acidente, o Trem do Corcovado teria feito reparos. "Mas aí o problema já tinha acontecido."

Em nota, a empresa afirma que as alegações não têm base em fatos. Segundo o comunicado, a concessionária apenas faz obras para corrigir e manter o fluxo de água no leito ferroviário.

"É leviano acusar o Trem do Corcovado pelo deslizamento de uma casa erguida num terreno íngreme, área de risco, pela mesma chuva que matou mais de 300 pessoas só no Rio de Janeiro", diz a empresa.

A ideia de colocar a estátua no local é atribuída ao padre francês Pierre-Marie Boss, ainda no século 19. Mas o plano começou a sair do papel só em 1921, quando o Círculo Católico do Rio escolheu o arquiteto e engenheiro Heitor da Silva Costa para tocar a obra.

Em uma viagem à França, Heitor convidou o escultor Paul Landowski para conceber os aspectos estéticos da estátua. Referência em art déco, estilo ligado à ideia de modernidade, o artista foi responsável por elaborar as mãos e a cabeça da escultura.

Foi justamente a participação de Landowski na obra que deu origem a uma celeuma em torno dos direitos autorais do Cristo. Durante anos, os herdeiros do escultor reivindicaram que o francês seria o autor do monumento, e não Heitor da Silva Costa.

No outro extremo, a família do brasileiro afirma que ele é o único autor e idealizador do Cristo. Em 2011, o prefeito Eduardo Paes bateu o martelo e decidiu por decreto que o Cristo é brasileiro. "Fizemos uma vasta pesquisa, analisamos todo o material e ficou claro que a autoria é do Heitor", disse ele, na ocasião.

Márcio Roiter defende, porém, que o Cristo tem dupla nacionalidade, isto é, o monumento seria na verdade franco-brasileiro. Isso porque a estátua recebeu contribuições importantes não só de Landowski, mas de uma figura que costuma passar despercebida na biografia do Cristo.

Durante sua incursão à França, Heitor chamou o engenheiro francês Albert Caquot para realizar os cálculos estruturais do projeto. "Ele é o grande responsável pelo monumento estar inteiro até hoje. Se fizessem algo de concreto armado de forma medíocre, ele já teria caído", diz Roiter.

Além do turismo e de sua importância para a cidade, o Cristo também se converteu em instrumento político logo após sua inauguração. Professor de história do Rio, Antonio Edmilson Rodrigues explica que o então presidente Getúlio Vargas se aproximou da igreja para se legitimar politicamente.

"Ele queria a igreja como aliada para poder desenvolver seu projeto de estado. A construção do Cristo é um símbolo disso", diz Rodrigues.

Redação

A partir da próxima terça-feira (21/09), a Prefeitura do Rio passa a autorizar a realização de eventos em locais abertos, com lotação máxima de 500 pessoas. Já o funcionamento de boates, danceterias e salões de dança permanece suspenso  até que 65% da população tenha recebido a segunda dose da vacina contra Covid-19. Quando a marca for alcançada, esses estabelecimentos poderão funcionar com metade da capacidade.

– O decreto de hoje já autoriza algumas coisas e cria parâmetros para a gente olhar para a frente. Quando a cidade chegar a 65% da população totalmente imunizada haverá novas flexibilizações. Ou seja, está recolocado aqui um planejamento de reabertura, a partir daquilo que foi definido pelo comitê científico. A premissa é sempre essa: se voltar a piorar, muda tudo novamente – afirmou o prefeito Eduardo Paes, durante a divulgação do 37ª Boletim Epidemiológico, no Centro de Operações Rio (COR), na Cidade Nova.

O decreto nº 49.411, publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (17/09), traz essas novas medidas após análises da situação epidemiológica da Covid-19 no município, realizadas pelo Centro de Operações de Emergência (COE Covid-19 Rio). No documento consta ainda a ata da 12ª reunião do Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 (CEEC) da Prefeitura do Rio, de 9 de agosto, que teve como pauta, entre outros assuntos, o planejamento do processo de redução gradual, por etapas, das medidas restritivas.

A  37ª edição do Boletim Epidemiológico apresenta, pela primeira vez em 2021, o mapa de risco da cidade para transmissão da Covid-19 predominantemente na classificação amarela. Trinta das 33 regiões administrativas (RAs) do município estão no estágio de atenção de risco moderado no indicador que considera as internações e óbitos – as exceções são Centro, Copacabana e Tijuca.

– Nosso panorama epidemiológico é um dos melhores durante este período de pandemia. Temos uma redução muito importante no número de internações e de casos, e isso vai se refletir na redução dos óbitos. A expectativa é que, com o avanço da vacinação na cidade, a gente continue com essa queda permanente nos próximos dias – disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Além dos óbitos e hospitalizações, casos notificados por Covid-19 e os atendimentos na rede de urgência e emergência por síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave na capital também mantêm a tendência de queda sustentada.

O 37º boletim mostra que, desde março de 2020, o município do Rio soma 472.005 casos de Covid-19, com 33.131 óbitos. Em 2021 são 256.466 casos e 14.048 mortes. A taxa de letalidade deste ano está em 5,5%, contra 8,9% em 2020; e a de mortalidade, em 210,9 a cada 100 mil habitantes, contra 286,5/100 mil no ano passado. A incidência da doença é de 3.850,1/100 mil, quando em 2020 era de 3.235,7/100 mil.

  

Paes disse que a flexibilização das medidas vai aumentar de acordo com o avanço da vacinação – Fabio Motta/Prefeitura do Rio

 

 Vacinação

 O município do Rio atingiu, nesta semana, 60% da população adulta carioca com o esquema vacinal completo, e 98% com a imunização já iniciada. Quanto à população adolescente, metade deles, totalizando 240 mil jovens, já recebeu a primeira dose da Pfizer – único imunizante liberado para esse público pela Anvisa.

 Nesta quinta-feira (16/09), o Ministério da Saúde (SMS) publicou uma nota técnica que suspende a vacinação de adolescentes. Entretanto, o município do Rio, considerando a importância de proteger esse grupo diante do cenário pandêmico e entendendo a vacinação como benéfica individual e coletivamente, mantém a vacinação dos jovens de 14 anos nesta sexta-feira (17/09), assim como ocorreu na quinta. Já a vacinação dos meninos e meninas de 13 e 12 anos será um dos temas da reunião, na próxima quarta-feira (22/09), do CEEC, que avaliará as ponderações do Ministério da Saúde. O assunto também está em discussão pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça que todas as vacinas ofertadas no país têm suas segurança e eficácia cientificamente comprovadas e que apenas a Pfizer está sendo usada no Município em menores de 18 anos.

 Além dos meninos de 14 anos, nesta sexta-feira (17/09) vacinam-se pessoas com 22 anos ou mais; gestantes, puérperas, lactantes e pessoas com deficiência a partir de 12 anos. A dose de reforço será aplicada em idosos de 91 anos ou mais e pacientes com alto grau de imunossupressão a partir de 60 anos. Já no sábado (18/09) haverá repescagem para pessoas com 20 anos ou mais e dose de reforço para idosos de 90 anos ou mais e pacientes com alto grau de imunossupressão a partir de 60 anos.

 Em ambos os dias a aplicação de segunda dose (D2) acontece normalmente para os imunizantes da Pfizer e AstraZeneca, porém  o da CoronaVac está temporariamente paralisado, até que sejam liberadas as 166 mil doses do lote suspenso para uso, de forma cautelar, pela Anvisa. A continuidade do calendário de vacinação no Município do Rio e repescagem por idade estão condicionados ao recebimento das doses programadas pelo Ministério da Saúde, órgão responsável pelo envio de remessas.

 Até a última quinta-feira (17), 5.310.171 pessoas haviam tomado a D1 de CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer, e outras 138.651 receberam o imunizante da Janssen, que tem o esquema vacinal de dose única (DU). Esse total representa 94,2% da população carioca elegível para a vacinação (a partir de 12 anos) com a imunização iniciada ou concluída. Entre as pessoas que seguem o esquema vacinal de duas doses, 3.069.883 já receberam a D2, o equivalente a 55,5% da população elegível com a imunização completa. As doses de reforço (DR) em idosos já somam 15.781 aplicações.

A SMS-Rio disponibiliza mais de 280 pontos de vacinação em toda a cidade, funcionando de segunda-feira a sábado, para facilitar o acesso da população à vacina. A lista desses  pontos, seus horários de funcionamento, o calendário de vacinação e outras informações estão disponíveis em coronavirus.rio/vacina e nas redes sociais da Secretaria Municipal de Saúde e da Prefeitura do Rio. A vacinação em domicílio está disponível para idosos acamados (DR) e PcD com 12 anos ou mais e pode ser solicitada pelo site coronavirus.rio ou pelo WhatsApp 21 97620-6472 (canal de atendimento de segunda a sexta-feira, de 9h a 16h). O prazo para o agendamento é de 30 dias.

Evento-teste no Maracanã

Na última quarta-feira (15/09) ocorreu o primeiro dos três jogos do Flamengo no Maracanã com público autorizado pela SMS, por meio do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária. A realização do evento-teste estava condicionada ao cumprimento rigoroso de um protocolo sanitário. Para acesso ao estádio, o público presente, entre torcedores e trabalhadores na partida, teve que usar máscaras de proteção, apresentar comprovante de vacinação e teste recente negativo para covid-19. Por este último quesito, 0,9% dos espectadores e 0,7% dos trabalhadores foram impedidos de participar do evento.

O público foi ainda previamente cadastrado, com todos os dados informados, incluindo CPF, para monitoramento da SMS pelas próximas duas semanas. Caso algum desses CPFs seja relacionado a um caso notificado e confirmado de covid-19 dentro desse período, será identificado pela SMS.

Os próximos eventos-teste previstos, também partidas de futebol do clube rubro-negro carioca, acontecerão nos dias 19 (Flamengo X Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro) e 22 de setembro (Flamengo X Barcelona de Guayaquil, pela Copa Libertadores).

 A asiática Changi, controladora do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio, afirma que pretende "fortalecer a estrutura acionária" do empreendimento e nega a intenção de se desfazer completamente do terminal.

Com sede em Singapura, a empresa detém 51% da concessionária RIOgaleão, que administra o aeroporto da Ilha do Governador. O controle acionário foi assumido pela companhia há quase quatro anos, em dezembro de 2017, após acordo com a Odebrecht. Os demais 49% estão nas mãos da Infraero.

Uma nota publicada neste domingo (3) pelo colunista do jornal O Globo Lauro Jardim aponta que a Changi decidiu vender sua participação no Galeão. A controladora, porém, diz que "não está saindo" do aeroporto.

"O operador busca formas de fortalecer a estrutura acionária do RIOgaleão e enxerga o momento propício para realização desse trabalho", afirma a concessionária, em nota, sem dar mais detalhes.

Segundo analistas, ao "fortalecer a estrutura acionária", a empresa poderia tanto buscar um novo parceiro para o terminal, desfazendo-se de uma fatia na concessão, quanto até ampliar sua participação no empreendimento.

O Galeão, a exemplo de outros aeroportos, foi atingido em cheio pelos impactos da pandemia no setor aéreo. A demanda ainda segue abaixo do patamar pré-crise, conforme dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

De janeiro a agosto de 2021, o Galeão recebeu quase 1,9 milhão de passageiros, entre embarques e desembarques. O número equivale a 21,1% do registrado em igual período de 2019 (8,8 milhões).

Como mostrou reportagem da Folha de S.Paulo em julho, o modelo de concessão de outro aeroporto do Rio, o Santos Dumont, provoca divergências entre governos e traz incertezas para o Galeão.

De um lado, o governo federal vê com bons olhos a possibilidade de ampliação de voos no Santos Dumont a partir do repasse para a iniciativa privada. Mas, na visão do governo estadual e da prefeitura do Rio, esse aumento colocaria em xeque as operações do Galeão no pós-pandemia.

Ou seja, poderia haver uma competição entre os terminais, separados por menos de 20 quilômetros. O Santos Dumont, que fica no centro da capital fluminense, deve ir a leilão no primeiro semestre de 2022.

Redação

A Prefeitura do Rio, por meio da Riotur, prorrogou em 30 dias o prazo para que representantes de blocos de rua registrem os pedidos de cadastro para o Carnaval 2022. O sistema entrou no ar no dia 25/08, e o prazo inicial ia até o dia 14/09. Agora, os cadastros poderão ser feitos até o dia 14/10.

A portaria que regulamenta a prorrogação do prazo foi publicada na edição desta sexta-feira, 17/09, do Diário Oficial do município. Essa é mais uma etapa do planejamento da cidade para o evento, cuja realização depende do cenário epidemiológico da pandemia da Covid-19 e de que os órgãos competentes no combate à doença sejam favoráveis à realização da festa.

O sistema está disponível no site da Riotur, na aba “Cadastro de Blocos”

Após o encerramento das inscrições, o sistema continuará no ar para que os representantes dos blocos possam acompanhar os pedidos, que passarão por fases de análise, entrega de documentação, revisão de parecer e legalização com órgãos como o Corpo de Bombeiros (CBMERJ) e as polícias Civil e Militar. A previsão é que em dezembro a lista com os blocos autorizados a desfilar no Carnaval 2022 seja divulgada. 

As inscrições dos blocos cadastrados até o momento já estão em análise. Em caso de dúvidas, os representantes podem entrar em contato com a Diretoria de Operações da Riotur através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou dos telefones (21) 2088-0561/ 2088-0562. 

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