O turismólogo Bruno Fernando da Silva, de 27 anos, foi encontrado morto, com marcas de possíveis agressões, no domingo (30), em Limeira, interior de São Paulo. Ele estava desaparecido desde o fim da tarde de sábado (29) e a família chegou a divulgar apelos em redes sociais, para encontrar o jovem.

Bruno trabalhava no Museu Anchieta e passaria o Natal e o Ano Novo com a família, no interior. Como o celular foi levado, a polícia suspeita de latrocínio – roubo seguido de morte.
Bruno foi visto pela última vez por familiares às 17h de sábado, quando saiu para encontrar uma prima. O corpo foi achado um dia depois por moradores em um terreno baldio, junto com uma bolsa e a cédula de identidade da vítima.

Ainda segundo a investigação, familiares enviaram uma mensagem Instagram de Bruno, para que a postagem fosse visualizada por alguém. A suspeita é de que o jovem foi vítima de assalto e a polícia vai requisitar imagens de câmeras ao longo do possível trajeto feito pela vítima.

A investigação ainda aguarda o laudo da necropsia, feita no Instituto Médico Legal (IML) de Limeira, para identificar a causa da morte. Bruno era o primeiro turismólogo contratado pela Companhia de Jesus, ordem dos jesuítas que mantém o complexo turístico e religioso localizado no centro da capital, para atuar no Museu Anchieta.

Ele havia feito curso superior de turismo e orientava a visitação no local. O jovem atuava também no coral Schola Cantorum, da Igreja São José de Anchieta. O Pátio do Colégico (Pateo do Collegio) lamentou a morte do funcionário e se solidarizou com a família.