Orlando, na Flórida, é um dos destinos mais procurados por pessoas do mundo todo. Por se tratar de uma cidade que abriga parques de diversão mais famosos do mundo, muitos turistas, ao cotar a viagem, passaram a pesar a diferença entre os diversos tipos de hospedagem, hotel ou casa, por exemplo. Eles avaliam não só a questão do preço, já que a locação de residências tende a ser 30% mais barato que a outra modalidade, mas também conforto, distância do deslocamento para os parques, segurança, flexibilidade de horários, entre outras. 

"A nova possibilidade de estadia, fez com que muitos brasileiros passassem a fazer esse tipo de comparação. A primeira delas é o preço, já que ao se reunirem em grupos, o valor da diária por pessoa fica mais convidativo, mas, na sequência, o hóspede também pondera os demais benefícios: privacidade, área de lazer completa, piscina privativa, entre outros", informa o CEO da empresa Temporada em Orlando, Wendel Ferrari, que só em 2015 ampliou seu portfólio de casas de 135 para 150, vindo a crescer 15% em faturamento no comparativo com o ano anterior, mesmo com as oscilações do dólar.

Para 2017, a expectativa da empresa é crescer, pelo menos, 20%, em relação à 2016, período que ampliou a oferta de casas do portfólio para 175, sendo que 90% delas já estão locadas para a alta temporada nos meses de dezembro e janeiro.