Por: Mônica Bergamo

Será realizada neste sábado (25) a abertura do novo Parque da Ciência do Instituto Butantan, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo. Ocupando 725 mil metros quadrados de área verde, o complexo cultural terá atrações como o Serpentário, que abriga as serpentes da instituição, e o Museu Biológico. O acervo do Butantan poderá ser visitado por públicos de todas as idades. Ao todo, são previstas 22 atrações no parque, que serão disponibilizadas integralmente a partir do dia 5 de julho deste ano.

Um dos principais objetivos do complexo cultural é inspirar o interesse e a curiosidade pela ciência por meio de ações educativas, ambientais e de lazer. No espaço, os visitantes ainda poderão caminhar por jardins e contemplar um espelho d'água.

"O Butantan é um dos grandes centros mundiais de produção de vacinas e imunobiológicos estratégicos para a saúde pública e, com este parque, se consolida como importante polo de difusão científico-cultural, à altura de sua rica história e representatividade para a saúde pública do Brasil", afirma o médico e secretário de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde de São Paulo, David Uip.

Para o mês de julho, uma programação especial de férias com atividades científicas, demonstração de extração de veneno de cobra e trilhas pelos caminhos de mata do Butantan está sendo preparada.

Por: Gustavo Fioratti

A programação da 26º Parada do Orgulho LGBT de São Paulo parece pensada para os participantes cantarem juntos. É uma edição pop, com um time de artista cheio de seguidores, também diverso na representação de sexualidade, gênero e identidades musicais.

Já nesta quinta-feira (16), o evento dá largada da sua programação com a tradicional feirinha de artesanatos, gastronomia e arte realizada no largo do Arouche, região central da cidade, entre 10h e 22h.

No domingo (19), dezenove carros vão compor o conjunto da marcha, que começa na avenida Paulista ao meio-dia. Os palcos vão receber artistas como as cantoras Pabllo Vittar, Luísa Sonza, Liniker e Ludmilla.

Ídolos de uma geração mais jovem e mais familiarizada com os discursos de liberdade de gênero, todas elas consolidam um bloco feminino de grande aproximação com a periferia.

Pabllo e Ludmilla trazem da cultura das favelas o funk, com releituras que passam inclusive pelo k-pop. Liniker contribuí com repertório aberto ao pop, ao jazz e ao pagode. Luísa Sonza faz mix de gêneros marcados pela sensualidade.

Os horários das apresentações não foram divulgados. A Parada só confirmou que Pablo se apresenta por volta das 15h.

A geração anos 1980 não vai ficar de fora, e tem sua mais expressiva representação com a cantora Gretchen. A Parada também se vale de um time de DJs, encabeçados por Cris Negrini e Heey Cat.

O rap também ganha espaço com o Quebrada Queer, cujas performances são marcadas por figurinos exuberantes e que borram os limites de identidades de gênero, com músicas sobre preconceitos, violência e liberdade.

Também estão na lista as cantoras Majur, a drag e cantora Aretuza Lovi, o cantor Mateus Carrilho, da banda Uó e MC Rebecca. Chorinho do carnaval, também entram nas avenidas os blocos Minhoqueens e Agrada Gregos, que o site da Parada classifica como o maior bloco LGBTQIA+ do país.

A Expo Favela, maior feira de empreendedorismo que conecta favela e asfalto, vai acontecer entre os dias 17 e 19 de março do próximo ano no World Trade Center, em São Paulo. A novidade para o próximo ano é que, além do evento na capital, terá uma versão nacional, que vai ocorrer no Distrito Federal e em todas as capitais do país.

No final do ano, São Paulo terá novamente a versão nacional da feira, no Expo Center Norte. As datas e os locais nas outras cidades serão divulgados em breve.
Essa será a segunda edição do evento -a primeira foi em abril deste ano e reuniu 30 mil pessoas. A feira trouxe personalidades dos mais diferentes segmentos profissionais e a expectativa é repetir o sucesso e fortalecer o empreendedorismo dos moradores de comunidades.

Em sua primeira edição, o evento, que conta com a organização da Favela Holding e parceria social da Central Única das Favelas (Cufa), teve mais de 20 mil inscrições de expositores. O objetivo é que este número aumente no próximo ano.

"Já na primeira edição, a Expo Favela se consolidou como um grande acontecimento no calendário do empreendedorismo e do empresariado brasileiros. Portanto, com todo mundo sabendo do que se trata, temos tudo para promover conexões ainda mais fortes entre favela e asfalto", explicou Celso Athayde, fundador da Cufa, CEO da Favela Holding e idealizador da Expo Favela.

Athayde diz que um dos avanços da nova edição é que foi possível conseguir patrocinadores que entenderam que essa é uma iniciativa de inclusão. "As marcas entenderam que, em 2023, não vamos trabalhar com a ideia de conflito, e sim de harmonia comercial entre elas. Uma vez que o grande objetivo é o desenvolvimento das favelas, a partir do desenvolvimento dos seus empreendedores."

Outro grande sucesso que poderá se repetir regionalmente foi o reality show, "Expo Favela -O Desafio", quando os empreendedores, que estiveram na feira, participaram de uma competição na tela da TV Globo. Uma delas foi a moradora de Guaianases, Silvana Bento, que criou uma calcinha para ajudar mulheres trans a disfarçarem pênis e testículos. Athayde comenta que a visibilidade que a Globo deu para esses empresários da favela foi, e está sendo, histórico.

Após dois anos sem poder ser realizada de forma presencial por causa da pandemia do novo coronavírus, a Virada Cultural retorna ao calendário da cidade de São Paulo nos dias 28 e 29 de maio. As informações são da Agência Brasil.

Neste ano, o evento volta a ser descentralizado, repetindo o que ocorreu em 2017, quando os grandes shows do centro da cidade foram transferidos para outras regiões. Segundo a prefeitura, a ideia é dar à periferia o protagonismo dos palcos. O lema do evento será Virada do Pertencimento.

O evento contemplará em oito regiões da cidade de São Paulo: Butantã (Zona Oeste), Freguesia do Ó (Zona Norte), Parada Inglesa (Zona Norte), Campo Limpo (Zona Sul), M'Boi Mirim (Zona Sul), São Miguel Paulista (Zona Leste), Itaquera (Zona Leste) e o Vale do Anhangabaú e seu entorno (Centro). Só no Vale do Anhangabaú haverá cinco palcos diferentes para tentar atrair maior diversidade de público.

Os destaques da edição deste ano são os shows de artistas como Ludmilla, Luísa Sonza, Glória Groove, Kevinho, Pitty, Rael, Diogo Nogueira, Sidney Magal, Djonga, Arnaldo Antunes e Barões da Pisadinha, entre outros.

ABERTURA

O show de abertura será às 17h de sábado, com uma apresentação do Maestro João Carlos Martins com a escola de samba Vai-Vai, no Palco da Freguesia do Ó.

De acordo com a administração municipal, serão mais de 300 apresentações artísticas entre shows musicais, teatros, danças e manifestações populares. A expectativa é que o evento atraia cerca de 2 milhões de pessoas.

"A Virada Cultural, que já é um patrimônio da cidade de São Paulo, tem um significado especial neste ano, pois só está sendo possível porque os paulistanos confiaram em nós, seguiram os protocolos e acreditaram na vacina e isso nos permitiu retomar as atividades com segurança e responsabilidade", disse o prefeito Ricardo Nunes. "E estou ainda mais feliz porque a Virada estará em todas as regiões da cidade, dará voz aos talentos da periferia e unirá o erudito, o maestro João Carlos Martins, ao popular, que é a Vai-Vai, logo na abertura da grande festa da cultura paulistana", acrescentou.

A programação da Virada Cultural é gratuita, mas nas unidades do Sesc há necessidade de retirada dos ingressos antecipadamente.
Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site (https://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/).

Por: Marianna Zylberkan 

Dois projetos de requalificação preveem a construção de boulevards na região da avenida Paulista, na região central de São Paulo. Sugeridas pela iniciativa privada, as iniciativas ainda não têm previsão previsão de inauguração.

Uma das alamedas foi projetada para ocupar a esquina da alameda Rio Claro com a rua São Carlos do Pinhal, na parte da avenida próxima ao bairro da Bela Vista.

A outra mudança irá transformar o quarteirão entre a própria Paulista e a rua Leôncio de Carvalho, na altura da Vila Mariana, em um calçadão para pedestres. Atualmente, os projetos estão em fase de chamamento público em que empresas podem oferecer projetos.

Anunciado em 2019, o boulevard da alameda Rio Claro foi alterado após manifestação contrária de associações de moradores. Os vizinhos recorreram à Justiça para barrar a construção de um túnel de cerca de 100 metros que ligaria a avenida Paulista ao empreendimento Cidade Matarazzo, autor do projeto. A obra tinha sido aprovada pelo então prefeito Bruno Covas (PSDB).

Segundo a empresa responsável pelo Cidade Matarazzo, a ação movida pelas associações embargou a obra por mais de um ano e a tornou inviável. "A rua São Carlos do Pinhal já está problemática do ponto de vista do trânsito e iria piorar. Contestamos esse túnel e o projeto foi alterado", diz Raphaela Galletti, advogada das associações de moradores da Bela Vista, Consolação e arredores.

Um trecho da rua São Carlos do Pinhal teria que ficar interditada durante as obras, e não há opções de desvios, segundo a advogada.

O novo projeto manteve o plano de revitalizar a área verde na via, além de instalar mobiliário urbano, iluminação e fazer o enterramento dos cabos. Haverá espaço para feiras de orgânicos, programação cultural e barracas de comida.

A empresa contratou um escritório nacional de arquitetura e urbanismo, que incluiu no projeto peças dos Irmãos Campana como mobiliário urbano. Os itens terão formatos naturais que imitam troncos e galhos. Segundo o empresário Alexandre Allard, do Cidade Matarazzo, o boulevard tem a ambição de influenciar outros empreendedores a cuidarem de mais espaços pela cidade.

O segundo boulevard foi proposto pelo Itaú Cultural em parceria com o Sesc Paulista como uma forma de integrar os dois endereços, que são vizinhos. A rua Leôncio de Carvalho terá o asfalto elevado para transformá-la em um calçadão para pedestres.

"Deste modo, esse trecho da via será repactuado de modo a se tornar palco de acolhimento do público para programação ao ar livre, o que inclui atividades de arte", diz Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural.

Um problema em um radar causou transtornos aos passageiros na manhã desta quinta-feira (19) no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.

A GRU Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de São Paulo, informou que "devido a um problema no radar da Área de Controle Terminal São Paulo do espaço aéreo na manhã desta quinta-feira (19/05), as operações de pousos e decolagens sofreram atrasos".

A empresa ainda afirmou que "o sistema já foi restabelecido e as operações estão sendo retomadas."

Segundo o site da GRU Airport, desde 0h de hoje, 14 voos atrasaram na chegada, um foi cancelado e outros 15 atrasaram na partida. Já a Infraero informou que, em Congonhas, cinco voos foram cancelados, cinco sofreram atrasos na chegada outros cinco na partida.

A Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos informou que o problema foi detectado por volta das 8h45 da manhã e provocou a suspensão das decolagens e pousos."Às 9h45, a operação em Viracopos começou a ser retomada gradualmente e a situação foi normalizada às 10h10.

Até as 11h15, o balanço indicava 20 voos atrasados e 11 voos cancelados, sendo três de chegada e oito de partida", informou a empresa em nota.

Nas redes sociais, passageiros reclamaram da situação.

Siga-nos