Pesquisa de Sondagem Empresarial, desenvolvida pelo MTur, revela que mais de 60% dos entrevistados pretendem investir no segmento no primeiro semestre de 2021

 

Por Lívia Nascimento (Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo)

Um estudo do Ministério do Turismo realizado com empresários da hotelaria de todas as regiões do país identificou o impacto da pandemia de coronavírus no segmento e perspectivas de investir no setor. Segundo a Pesquisa de Sondagem Empresarial – Empresários do Setor Hoteleiro de Turismo, apesar do cenário nacional demonstrar cautela em relação a realização de investimentos para o primeiro semestre de 2021 – apenas 42,5% se mostram favoráveis –, a Região Norte (60,1%) se destaca como a que mais deve investir no período, com foco no pós-pandemia. Foi observada na Região Nordeste a segunda maior intenção de investimento (53,1%), seguida do Centro-Oeste (44,6%), Sudeste (36,4%) e Sul (35,6%). 

“Sabemos que uma das tendências para a retomada das atividades é o turismo de natureza, então é muito interessante observar que os estabelecimentos do Norte e Nordeste estão dispostos a investir para receber esse turista no retorno das atividades para deixar a melhor lembrança”, comentou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto. 

Quanto ao faturamento, a expectativa é de recuperação parcial em relação aos prejuízos identificados no segundo semestre de 2020. De acordo com a sondagem, 82,5% dos empresários informaram queda no período. No entanto, no cenário de janeiro a junho de 2021, 44,6% indicam perspectiva de redução no faturamento, enquanto 32,4% acreditam em um crescimento e 23% preveem estabilidade. Quando observadas as regiões, o Sudeste aparece como mais otimista em relação ao crescimento no faturamento (35,6%). 

Quando observada a demanda pelos destinos, 80% dos entrevistados informam que houve queda na procura pelos turistas. Para esse primeiro semestre, a expectativa para 32,7% dos empresários é de aumento e para 22,3% deles é de estabilidade, sendo que 45% apontam para um horizonte de queda da demanda turística. O Sudeste se destaca novamente com a maior perspectiva de aumento de demanda por destinos, com 36,1%.  

Para mais informações, acesse o site Dados e Fatos do Ministério do Turismo