Fernando Pratti
Evento ganhará mais 15 mil metros quadrados, com novo pavilhão


Por Fernando Pratti, São Paulo
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Às vésperas de sua reeleição na Presidência da Abav Nacional, que acontece neste sábado, em São Paulo, Antonio Azevedo falou nesta quinta-feira com exclusividade ao Jornal de Turismo e fez uma avaliação mais detalhada sobre a Henrique Amatoúltima edição da Feira das Américas, que voltou à capital paulista após dez anos sendo realizada no Rio de Janeiro. Azevedo também adiantou as novidades que deverão ser implementadas a partir do próximo ano, quando o evento passa a se chamar Abav Expo Internacional de Turismo e continuará no Anhembi. 

 

Durante a realização do evento em 2013, a associação encomendou uma pesquisa junto a uma unidade neutra, que foi a coordenadoria de cursos da Anhembi Morumbi, com o intuito de avaliar os pontos positivos e negativos do evento. Segundo adiantou Azevendo, os índices de aprovação junto aos profissionais participantes foram de 90%, que responderam que a feira teve conceitos ótimo e bom. Alguns itens avaliados de forma positiva também foram a questão dos transportes e a limpeza. “Avaliações péssimas foram muito poucas e regulares foram insignificantes, mesmo que sempre tenha alguém. Mas estamos conscientes que há pontos que precisamos melhorar”, disse o presidente, que deverá permanecer mais dois anos à frente da entidade.

 

“Tivemos alguns outros problemas que precisamos melhorar, como a localização da Vila do Saber,q que não era a mais adequada. Tivemos alguns problemas de logística e de barulho e estamos revendo isso para ficar num local bem mais acessível”, explicou. “Outra questão que eu mesmo vivenciei foi a questão do piso. Mas está prevista uma regularização nesse sentido, com uma promessa do próprio Anhembi, que já conta com verba do Ministério do Turismo e deve fazer esse acerto no més de janeiro, quando o espaço fica ocioso”, falou o presidente.

 

Segundo Azevendo, o evento também crescerá em tamanho, com a utilização do pavilhão oeste, que somará 15 mil metros quadrados à feira deste ano, quando foram disponibilizados os pavilhões norte e sul. “Dentro desse contexto, precisamos ir à luta para que o pavilhão continue sendo um atrativo. Manteremos os acordos com a Braztoa, a Abeta e a Abracorp e estamos abertos a novas parcerias. O Brasil precisa ter um evento dessa natureza, que englobe os diversos segmentos. Hoje, temos 80% de todo turismo, mas ainda faltam 20% e vamos continuar nos aproximando deles”, disse Azevedo. 

 

Em relação à abertura ao público no final de semana, o abaviano afirmou que será mantida. “Reconhecemos que erramos no número, nos baseando nos Salões de Turismo, mas tivemos um número menor de dias e ainda foi o primeiro evento. Enquanto o Salão funcionou cinco dias, nós tivemos um dia e meio. Vamos revisar isso”, afirmou. 

 

Outra mudança será em relação ao calendário e a distribuição dos dias e os horários do evento. A intenção é de que a Vila do Saber inicia suas atividades no período da manhã. “Todo ano, fazemos alguns ajustes com a intenção de melhorar”, finalizou. 

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