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Como parte do programa Subsonic Ultra Green Aircraft Research (SUGAR), a Boeing e a NASA trabalham juntas em um novo design de asa futurista que permitirá viagens aéreas mais rápidas e mais altas, sendo ao mesmo mais eficiente.

Chamada pela Boeing de Transonic Traced-Wing Wing (TTBW), a asa permitirá que as aeronaves voem a velocidades de Mach 0.8, o que é um aumento comparado ao seu design original, com velocidade de Mach 0.7-0.75. 

Assim como um planador, a asa seria ultra-longa e fina - 51,9 metros (170 pés) de comprimento para ser exato. No entanto, devido ao peso que teria de suportar, uma estrutura modernizada foi adicionada ao conceito de design, que está sendo desenvolvido há mais de uma década. Avanços na tecnologia de computadores permitiram que refinamentos de design fossem feitos após testes extensivos de túnel de vento.

Além disso, o uso do design da cauda em T é dito para fornecer "eficiência aerodinâmica sem precedentes ao voar a Mach 0,8". Especificamente, a Boeing afirma que o novo conceito reduziria a queima de combustível em 60% em comparação a uma aeronave do início dos anos 2000. A asa alta, por si só, libera mais potencial para a tecnologia de motores, permitindo motores maiores com taxas de bypass maiores, desde que não sejam muito grandes ao ponto de seu arrasto desnecessário.

A Airbus e a Boeing têm trabalhado a portas fechadas em futuros avanços de aeronaves, principalmente devido à crescente quantidade de diretrizes ambientais aplicadas a novas aeronaves. A partir de 2020, qualquer pessoa que queira construir uma aeronave completamente nova terá que aderir a um novo padrão global de projeto. Qualquer pessoa que não atenda ao novo padrão será forçada a suspender a produção até que as alterações apropriadas de projeto e construção sejam feitas.