Anúncio foi feito na última sexta-feira (13)

Após o presidente Donald Trump proibir a entrada de europeus no país, a American Airlines anunciou o corte de 75% dos seus voos internacionais, incluindo as rotas entre Brasil e Estados Unidos.
A suspensão no Brasil atinge os aeroportos de Brasília, Guarulhos, Manaus e Galeão e está prevista para durar até maio. Entre as rotas cortadas estão as de Miami e Nova York para Rio de Janeiro e São Paulo.
Em pronunciamento na noite de quarta-feira (11), Trump afirmou que iria suspender por 30 dias, a partir da sexta-feira, as viagens com destino aos Estados Unidos que partam da zona Schengen (que reúne 26 países europeus) como medida contra a pandemia do coronavírus. No sábado (14), o governo americano acrescentou o Reino Unido e a Irlanda na lista de suspensão de voos.
Com essas restrições, empresas de aviação britânicas pediram ajuda ao governo para sobreviver à crise.
"O tempo para agir é agora", disse a Airlines UK, uma associação de empresas de aviação com operações no Reino Unido, cujos membros incluem British Airways, Virgin Atlantic, Norwegian e Ryanair.
"Nós estamos falando sobre o futuro da aviação no Reino Unido —uma de nossas indústrias de classe mundial —e, a menos que o governo se organize, quem sabe o que restará dela assim que sairmos dessa bagunça", acrescentou.
A Air France também deve colocar em lay-off (suspensão temporária de trabalho) até 80% de seus 40 mil funcionários e a KLM, sócia holandesa da Air France, planeja cortar 2.000 vagas temporárias e suspender 40% de suas linhas áreas.

 

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