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Sandra Almeida começou a carreira como influenciadora digital por acaso. Apaixonada por moda, festas e viagens, ela tinha o hábito de postar no Instagram seu dia a dia. O que ela não sabia era que o simples hobby se tornaria, hoje, sua profissão. "Muita gente começou a me seguir e pedir dicas de como me vestia, dos lugares que ia. Mas confesso que não sabia onde isso poderia dar. Quando comecei meus stories, algumas marcas começaram a entrar em contato para enviar produtos. Daí, então, não parei mais", comenta ela.

Paulistana, Sandra mora há quase um ano em Boston, nos Estados Unidos. O motivo que levou a influenciadora a deixar o Brasil é o marido, o empresário e atleta Samuel Almeida, dono da Alliance Jiu-Jitsu Framingham. "Vir para cá foi a opção que tive, pois meu marido mora aqui, estamos casados há seis meses, mas juntos há dois anos. Já até acostumei com a neve, adoro esse lugar. Claro que sinto saudades da minha família, da alegria do povo brasileiro, da beleza natural. No entanto, viver num país bem estruturado, organizado e seguro com a pessoa que se ama, compensa", diz Sandra, que usa e abusa da tecnologia para falar com seus familiares e amigos. "Fico sempre no whatsapp, no Facetime. E, quando a saudade aperta, sempre rola uma escapadinha para o Brasil", afirma. 

A influenciadora digital é também Primeiro-Sargento da Polícia Militar de São Paulo. "Atualmente, estou de Licença sem Vencimentos. Entrei na polícia com apenas 18 anos. Queria mesmo ser do Corpo de Bombeiros, mas como na época não existia concurso feminino para lá, então fui para a polícia para tentar pedir transferência depois. No fim, me apaixonei pela carreira de policial, onde acumulo 17 anos de carreira e 10 deles no patrulhamento noturno", relembra Sandra, que antes da licença ocupava um cargo na Assessoria do Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. 

Pesando 60 kg distribuídos em 1,71m de altura, Sandra cuida das curvas fazendo o que mais gosta: dançando. "Como aqui nos Estados Unidos acabei assumindo toda a parte administrativa da empresa do meu marido e da academia que abrimos juntos, sobra pouco tempo. Mesmo assim, sempre dou um jeito de dar minha dançadinha", diz Sandra, que casou no civil com o marido. "Pretendo fazer uma cerimônia religiosa no Brasil ou em Bora Bora, na Polinésia Francesa".