Hotéis e redes de turismo garantem rotina de desinfecção e protocolos de saúde para segurança de visitantes

Muitas pessoas já haviam se programado previamente para viajar com a família neste período de Natal e Ano Novo, que costuma ser de recesso nas empresas e escolas e desejam manter seus planos mesmo diante do índice de contaminação do coronavírus.

De acordo com o Ministério da Saúde, a utilização de máscaras em todos os ambientes, o distanciamento mínimo de 1 metro entre as pessoas em lugares públicos e de convívio pessoal, bem como a lavagem das mãos com frequência até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então a higienização com álcool em gel 70%, são as medidas básicas que previnem à covid-19. Entretanto, ao ficar em hotéis e pousadas, é necessário tomar outros cuidados e certificar-se de que os locais estão seguindo um protocolo rigoroso.

O Lizon Curitiba, por exemplo, implementou um túnel de desinfecção para que todos os hóspedes passem por ele antes de entrarem nas dependências do hotel. A área do restaurante está fechada desde o início da pandemia e os pedidos estão sendo atendidos apenas pelo serviço de quarto, que contam com diversas opções da chefe de cozinha, além de irem embalados individualmente e protegidos até os hóspedes.

“Os hóspedes são muito colaborativos e se adaptaram à todas as medidas. Sem contar que o desperdício, que antes era gerado no buffet, diminuiu muito com as porções individuais, agora enviadas pelo serviço de quarto”, afirma a gerente geral do Lizon Curitiba, Denise França.

A gerente conta que o hotel também realizou diversas modificações nos quartos, a fim de assegurar as rotinas de desinfecção. As cortinas, os protetores de colchões e as capas de travesseiros, por exemplo, foram substituídas por materiais impermeáveis, assim como os móveis e itens de decorações, por peças sem tecidos e que podem ser desinfectadas no próprio quarto.

“Além do investimento nos quartos, nós também estabelecemos uma dinâmica de limpeza que conta com duas equipes distintas para evitar a contaminação cruzada. Após a desocupação de um quarto, ele fica vazio por no mínimo 24h, para então passar pela arrumação e desinfecção e assim poder receber um novo hóspede”, explica.

Ainda segundo Denise, o índice de hóspedes da própria cidade tem aumentado, revelando que as redes hoteleiras entraram para as opções de entretenimento local. “As pessoas têm buscado alternativas para sair de casa e fazer uma programação diferente com segurança, principalmente casais, e confiam nos protocolos de desinfecção adotados”, finaliza.

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